Perguntas frequentes
Encontre respostas para dúvidas comuns sobre sistemas de ensaio Instron, software Bluehill, serviços de calibração, durômetros, equipamentos Baldwin e do modelo DX e muito mais. Se sua pergunta não estiver contemplada aqui, nossa equipe de Suporte Técnico está pronta para ajudar.
Procedimentos operacionais padrão e boas práticas devem sempre ser aplicados para uma operação segura. As informações das Perguntas frequentes não se destinam a substituir o treinamento e o entendimento da operação do sistema necessários para uma operação segura. Há treinamento disponível que proporcionará um entendimento completo da operação do sistema.
Perguntas frequentes sobre serviço e calibração
Todos os procedimentos da Instron estão documentados?
A Instron possui documentação completa que atende ou excede os requisitos dos órgãos de credenciamento e da ISO/IEC 17025. Nossos engenheiros de serviço de campo carregam toda a documentação relevante em formato eletrônico para acessibilidade imediata. Informações completas estão disponíveis em nossa página de laboratório de calibração e credenciamentos.
A Instron é totalmente segurada?
A Instron possui seguro total de responsabilidade civil. Para ver uma cópia do certificado de seguro de responsabilidade civil da Instron, entre em contato com o escritório de serviço local.
Os engenheiros de serviço de campo da Instron são treinados adequadamente e recebem treinamento contínuo e testes de competência?
Sim, todos os engenheiros de serviço de campo da Instron são devidamente treinados e passam por testes e auditorias. Eles são monitorados e auditados independentemente, de acordo com nosso credenciamento ISO/IEC 17025 do NVLAP sob o Código de Laboratório 200301-0, para manter nossos altos padrões operacionais. Isso é possível devido ao nosso tamanho e à nossa organização estruturada regionalmente, algo que organizações de calibração menores não conseguem fazer. Essa abordagem para gerenciar nossos negócios de calibração em todo o mundo é frequentemente comentada de forma positiva pelos órgãos de acreditação ISO e ASTM. Saiba mais sobre calibração.
A Instron pode desenvolver um plano de calibração personalizado que otimize meus custos e me dê uma vantagem competitiva?
Sim, a Instron pode ajudar o(a) senhor(a) a desenvolver um plano de calibração personalizado. Embora a Instron tenha desenvolvido produtos de calibração projetados para atender às necessidades de uma ampla variedade de setores, organizações de qualidade e órgãos reguladores, como ASTM e ISO, também somos flexíveis e temos a expertise e os equipamentos para trabalhar com o(a) senhor(a) caso precise de algo especial. Saiba mais sobre o serviço de calibração.
A Instron pode gerenciar o agendamento de todas as minhas calibrações e vocês organizarão a visita com antecedência?
As equipes locais de Serviço da Instron podem ajudar a gerenciar o agendamento de suas calibrações de rotina. Nossas equipes têm acesso ao histórico de serviços do seu instrumento de ensaio e podem agendar os serviços de calibração com antecedência. Saiba mais em nossa página de calibração.
A Instron pode fornecer uma gama completa de serviços de calibração?
A Instron pode fornecer uma gama completa de serviços de calibração acreditados, incluindo: força, velocidade e deslocamento, deformação, alinhamento e muito mais. Muitos desses serviços também estão disponíveis para instrumentos de ensaio de materiais que não são da Instron. Saiba mais sobre os tipos de calibrações.
A Instron pode fornecer documentação para demonstrar rastreabilidade a padrões nacionais?
A Instron pode demonstrar rastreabilidade aos padrões nacionais. Salvo indicação específica, todos os resultados de medição produzidos com padrões Instron são rastreáveis ao SI (Sistema Internacional de Unidades) por meio de Institutos Nacionais de Metrologia reconhecidos internacionalmente (NIST, NPL, PTB, Inmetro etc.). A Instron pode fornecer uma cadeia ininterrupta de calibrações que comprove essa rastreabilidade. Saiba mais sobre organizações de normalização.
Os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron podem reparar e/ou ajustar um instrumento no local se ele não passar na calibração?
Sim, os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron são treinados para reparar e ajustar equipamentos Instron. Eles também têm acesso a estoques de peças de reposição. Saiba mais em nossa página de serviço de reparo e peças.
A Instron pode apresentar cálculos referentes ao relatório de incerteza?
Sim, os cálculos de incerteza da Instron são reportados, e todas as incertezas listadas podem ser respaldadas por sólidos princípios de engenharia e metrologia. Saiba mais sobre calibração.
A Instron possui expertise de apoio em ensaio de materiais e engenharia para dar suporte à sua equipe de Serviço de campo e interna?
A Instron apoia suas equipes de Serviço com treinamento extensivo e equipe de engenharia. Especialistas em metrologia da Instron participam ativamente de comitês ISO e ASTM, contribuindo para o desenvolvimento e a evolução de normas globais para equipamentos de ensaio de materiais. Saiba mais sobre organizações de normalização.
A Instron possui os equipamentos e a expertise necessários para ajustar e calibrar equipamentos Instron aos níveis de exatidão exigidos por normas nacionais e internacionais, como ISO e ASTM?
Os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron são totalmente treinados para calibrar e ajustar equipamentos Instron aos níveis de exatidão exigidos pelas normas ISO e ASTM. Eles são equipados com padrões de calibração com as baixas incertezas de medição necessárias para calibrar nesse nível. Vale observar que a maioria dos equipamentos Instron opera com especificações que excedem as normas internacionais. Muitos fornecedores de calibração não possuem padrões com a exatidão necessária para verificar nesses níveis. A Instron mantém um padrão primário de força que é transferido para nossos padrões de trabalho em campo, eliminando a necessidade de um padrão secundário, encurtando a “cadeia de calibração” e reduzindo a incerteza de medição. Saiba mais sobre calibração.
Como posso obter um catálogo de acessórios do sistema Instron?
O(a) senhor(a) pode visualizar nosso catálogo de acessórios on-line. Também teremos prazer em discutir os melhores acessórios para suas necessidades específicas de ensaio. Saiba mais em nossa página de catálogo.
Há quanto tempo a Instron fornece serviços de calibração acreditados?
A Instron é acreditada pelo NVLAP (Código do laboratório 200301-0) desde 1997. Na Europa, a Instron era acreditada pelo órgão de acreditação anterior, o UKAS, desde 1969. Saiba mais sobre nossa acreditação.
Tenho um auditor solicitando documentação de verificação de software e informações de acreditação da Instron. Onde posso encontrar essas informações?
A documentação de verificação de software da Instron, as acreditações e os certificados podem ser visualizados e baixados em nossa página de acreditações e certificados.
A incerteza de medição listada no escopo de acreditação da Instron é realista ou representa um caso ideal que não será reproduzido no meu laboratório?
As incertezas de medição listadas no escopo de acreditação da Instron representam aquelas que podem ser alcançadas em campo com os equipamentos utilizados por nossos Engenheiros de Serviço de Campo. Consulte nosso escopo de acreditação.
Devo desembalar meu equipamento Instron quando ele chegar à minha instalação?
É responsabilidade do cliente providenciar o descarregamento, o desembalamento e o transporte do equipamento até o local de ensaio. Isso inclui todas as responsabilidades de seguro e segurança. Se a instalação estiver incluída no seu sistema, permita que o Engenheiro de Serviço de Campo abra as caixas e verifique todas as peças e o conteúdo. Isso ajuda a evitar a possibilidade de perda de peças pequenas ou componentes. Saiba mais sobre instalação e realocação.
A Instron oferece serviços de suporte técnico?
Sim, a Instron oferece um serviço de suporte técnico chamado Instron® Connect, que inclui quatro tecnologias para oferecer diferentes formas de se conectar à Instron e obter suporte técnico. Saiba mais em nossa página do Instron® Connect.
Qual é o plano de contingência se o Engenheiro de Serviço de Campo local não estiver disponível para realizar uma calibração crítica?
A Instron conta com mais de 300 Engenheiros de Serviço de Campo em todo o mundo para apoiar o(a) senhor(a) em suas necessidades de calibração. Saiba mais em nossa página de serviços.
O que é o escopo de acreditação da Instron?
O escopo de acreditação da Instron define exatamente o que o serviço de calibração foi acreditado, segundo a ISO/IEC 17025, a realizar. Com frequência, um serviço de calibração terá acreditação para algumas de suas calibrações, mas não para todas. O escopo de acreditação de um laboratório de calibração pode ser encontrado no site do órgão acreditador. Consulte o escopo de acreditação da Instron.
As calibrações fornecidas pela Instron são acreditadas?
Sim, 98% das calibrações que realizamos estão dentro do nosso escopo de acreditação. Consulte nosso escopo de acreditação.
Os engenheiros de serviço de campo da Instron são treinados adequadamente e recebem treinamento contínuo e testes de competência?
Sim, todos os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron são devidamente treinados e passam por testes e auditorias. Eles são monitorados e auditados de forma independente, de acordo com nossa acreditação ISO/IEC 17025 pelo NVLAP, sob o Código do laboratório 200301-0, para manter nossos elevados padrões operacionais. Isso é possível devido ao nosso porte e à organização estruturada regionalmente — algo que organizações de calibração menores não conseguem viabilizar. Essa abordagem para gerenciar nosso negócio global de calibração é frequentemente elogiada por órgãos de acreditação ISO e ASTM. Saiba mais sobre calibração.
A Instron pode desenvolver um plano de calibração personalizado que otimize meus custos e me dê uma vantagem competitiva?
Sim, a Instron pode ajudar o(a) senhor(a) a desenvolver um plano de calibração personalizado. Embora a Instron tenha desenvolvido produtos de calibração projetados para atender às necessidades de uma ampla variedade de setores, organizações de qualidade e órgãos reguladores, como ASTM e ISO, também somos flexíveis e temos a expertise e os equipamentos para trabalhar com o(a) senhor(a) caso precise de algo especial. Saiba mais sobre nosso serviço de calibração.
A Instron pode realizar manutenção preventiva no meu sistema de ensaio de materiais?
Sim. Os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron são totalmente treinados para realizar manutenção preventiva em equipamentos Instron. Isso aumenta a vida útil do instrumento e evita possíveis paradas. Saiba mais em nossa página de manutenção preventiva.
A Instron pode fornecer uma gama completa de serviços de calibração?
A Instron pode fornecer uma gama completa de serviços de calibração acreditados, incluindo: força, velocidade e deslocamento, deformação, alinhamento e muito mais. Muitos desses serviços também estão disponíveis para instrumentos de ensaio de materiais que não são da Instron. Saiba mais sobre nossos serviços de calibração.
A Instron pode fornecer documentação para demonstrar rastreabilidade a padrões nacionais?
A Instron pode demonstrar rastreabilidade aos padrões nacionais. Salvo indicação específica, todos os resultados de medição produzidos com padrões Instron são rastreáveis ao SI (Sistema Internacional de Unidades) por meio de Institutos Nacionais de Metrologia reconhecidos internacionalmente (NIST, NPL, PTB, Inmetro etc.). A Instron pode fornecer uma cadeia ininterrupta de calibrações que comprove essa rastreabilidade. Saiba mais sobre organizações de normalização.
A Instron fornece certificados eletrônicos de calibração?
Sim, a Instron fornece certificados eletrônicos de calibração. Para garantir alta integridade, a Instron fornece certificados de calibração assinados digitalmente e criptografados, o que dá ao cliente confiança na robustez da documentação, com os benefícios adicionais de armazenamento, distribuição e recuperação em seus sistemas de qualidade. Saiba mais sobre nossos certificados de calibração.
Preciso calibrar uma máquina depois que ela foi movida?
Recomenda-se fortemente que todos os equipamentos de medição, exceto instrumentação portátil, sejam recalibrados após uma mudança. Isso também inclui após a instalação. Em muitos casos, normas de ensaio ASTM e ISO, como ASTM E4 e ISO 7500-1, têm exigência obrigatória de recalibração após a movimentação do equipamento. Saiba mais sobre instalação e realocação.
Preciso verificar meu sistema Instron regularmente?
Sim, o(a) senhor(a) deve calibrar e realizar manutenção regularmente no seu sistema Instron. Todos os sistemas, independentemente do fabricante ou da qualidade, devem ser calibrados regularmente se a exatidão dos seus resultados for importante para o(a) senhor(a) e seus clientes. Saiba mais sobre calibração.
A Instron possui expertise de apoio em ensaio de materiais e engenharia para dar suporte à sua equipe de Serviço de campo e interna?
A Instron apoia suas equipes de Serviço com treinamento extensivo e equipe de engenharia. Especialistas em metrologia da Instron participam ativamente de comitês ISO e ASTM, contribuindo para o desenvolvimento e a evolução de normas globais para equipamentos de ensaio de materiais. Saiba mais sobre organizações de normalização.
A Instron possui os equipamentos e a expertise necessários para ajustar e calibrar equipamentos Instron aos níveis de exatidão exigidos por normas nacionais e internacionais, como ISO e ASTM?
Os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron são totalmente treinados para calibrar e ajustar equipamentos Instron aos níveis de exatidão exigidos pelas normas ISO e ASTM. Eles são equipados com padrões de calibração com as baixas incertezas de medição necessárias para calibrar nesse nível. Vale observar que a maioria dos equipamentos Instron opera com especificações que excedem as normas internacionais. Muitos fornecedores de calibração não possuem padrões com a exatidão necessária para verificar nesses níveis. A Instron mantém um padrão primário de força que é transferido para nossos padrões de trabalho em campo, eliminando a necessidade de um padrão secundário, encurtando a “cadeia de calibração” e reduzindo a incerteza de medição. Saiba mais sobre calibração.
A Instron coleta os dados de calibração manualmente ou automaticamente?
O software Calpro CR da Instron foi desenvolvido para coletar dados automaticamente do padrão de medição e do instrumento de ensaio que está sendo calibrado. Ele estrutura e monitora o processo de calibração para eliminar o potencial de erro manual. Saiba mais sobre calibração.
Como sei se meu sistema de ensaio está medindo corretamente?
A única forma de ter certeza de que seu sistema de ensaio está medindo corretamente é verificá-lo em relação a uma referência conhecida e rastreável. As calibrações da Instron fornecem esse serviço. Saiba mais sobre calibração.
Como comprovar que meu sistema de ensaio está fornecendo bons resultados?
A melhor forma de comprovar que seu sistema de ensaio está fornecendo bons resultados é verificá-los em relação a referências conhecidas e rastreáveis e, em seguida, comparar os resultados com os requisitos de procedimentos ou normas reconhecidos e estabelecidos. Esse processo é conhecido como calibração e verificação. O uso de normas internacionais, como ISO e ASTM, e de dispositivos de referência rastreáveis a um Instituto Nacional de Metrologia (NMI) dá ao(à) senhor(a) e aos seus clientes confiança na exatidão dos resultados. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
Com que frequência devo verificar ou calibrar meu sistema de ensaio?
Em muitos casos, suas políticas de QA, requisitos contratuais ou procedimentos do departamento estipularão regras sobre a frequência de calibração. Em outros casos, o manual de operação do equipamento pode recomendar com que frequência o dispositivo deve ser recalibrado. Em termos práticos, trata-se de risco. Quanto maior o período em que o equipamento fica sem calibração, maior o risco de algo dar errado ou não ser identificado. Por isso, o(a) senhor(a) verá que muitas normas, como ISO e ASTM, recomendam ou estabelecem frequências obrigatórias de calibração para conformidade. Se o(a) senhor(a) estiver ensaiando conforme uma norma ASTM ou ISO (por exemplo, ASTM E8 ou ISO 7500-1), vale a pena verificar se ela estipula requisitos de manutenção e calibração. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
Há quanto tempo a Instron fornece serviços de calibração acreditados?
A Instron é acreditada pelo NVLAP (Código do laboratório 200301-0) desde 1997. Na Europa, a Instron era acreditada pelo órgão de acreditação anterior, o UKAS, desde 1969. Saiba mais sobre nossa acreditação.
Tenho uma máquina de ensaio de materiais — o que precisa ser calibrado?
As calibrações do sistema de ensaio de materiais que a Instron recomenda como padrão são célula de carga (força), velocidade e deslocamento e deformação. Saiba mais sobre os tipos de calibrações da Instron.
Meu sistema de ensaio de materiais passou por reparos e atualizações. Ele precisa ser recalibrado?
Se o seu sistema de ensaio de materiais passou por um reparo importante que afete o sistema de medição, recomendamos fortemente que o(a) senhor(a) providencie uma recalibração. No entanto, se o reparo, a atualização ou a modificação não afetar o sistema de medição, provavelmente não será necessário recalibrar seu equipamento. Em caso de dúvida, não hesite em discutir o assunto com um de nossos especialistas. Observe que algumas normas fornecem orientações e requisitos relativos a manutenção e reparo; portanto, revise as normas com as quais o(a) senhor(a) trabalha para esclarecimentos. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
O software usado pela Instron para realizar a calibração é validado e comprovado?
O software Calpro CR da Instron foi projetado especificamente para a calibração de instrumentação de ensaio de materiais, para garantir conformidade com normas de calibração e eliminar erros comuns de transferência de dados. Saiba mais sobre calibração.
A Instron é acreditada na ISO/IEC 17025 por uma agência que é membro do acordo ILAC?
Sim, a Instron é acreditada na ISO/IEC 17025 pelo National Voluntary Laboratory Accreditation Program (NVLAP), sob o Código do laboratório 200301-0, signatário do International Laboratory Accredited Cooperation Mutual Recognition Arrangement (ILAC MRA). Consulte o certificado de acreditação da Instron.
A incerteza de medição listada no escopo de acreditação da Instron é realista ou representa um caso ideal que não será reproduzido no meu laboratório?
As incertezas de medição listadas no escopo de acreditação da Instron representam aquelas que podem ser alcançadas em campo com os equipamentos utilizados por nossos Engenheiros de Serviço de Campo. Consulte nosso escopo de acreditação.
Devo verificar a exatidão entre verificações completas?
Sim, os usuários devem verificar a exatidão do seu sistema de ensaio mensalmente, semanalmente e até diariamente. A ASTM E4 inclusive exige isso.
E se forem necessários ajustes ou reparos no meu equipamento de ensaio?
Quando um instrumento está fora de conformidade, os Engenheiros de Serviço de Campo da Instron têm a capacidade de fazer ajustes e/ou realizar os reparos necessários, mas isso depende da natureza da não conformidade. Observação: Nenhum ajuste será feito sem a autorização do cliente, pois isso pode comprometer suas políticas de QA. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
O que é o escopo de acreditação da Instron?
O escopo de acreditação da Instron define exatamente o que o serviço de calibração foi acreditado, segundo a ISO/IEC 17025, a realizar. Com frequência, um serviço de calibração terá acreditação para algumas de suas calibrações, mas não para todas. O escopo de acreditação de um laboratório de calibração pode ser encontrado no site do órgão acreditador. Consulte o escopo de acreditação da Instron.
Quando a calibração é necessária?
Em muitos casos, suas políticas de QA, requisitos contratuais ou procedimentos do departamento estipularão regras sobre a frequência de calibração. Em outros casos, o manual de operação do equipamento pode recomendar com que frequência o dispositivo deve ser recalibrado. Em termos práticos, trata-se de risco. Quanto maior o período em que o equipamento fica sem calibração, maior o risco de algo dar errado ou não ser identificado. Por isso, o(a) senhor(a) verá que muitas normas, como ISO e ASTM, recomendam ou estabelecem frequências obrigatórias de calibração para conformidade. Se o(a) senhor(a) estiver ensaiando conforme uma norma ASTM ou ISO (por exemplo, ASTM E8 ou ISO 7500-1), vale a pena verificar se ela estipula requisitos de manutenção e calibração. Por exemplo, a ASTM E8 exige conformidade com a norma de calibração ASTM E4, que recomenda que sistemas de ensaio e todos os transdutores sejam verificados pelo menos uma vez por ano. Além disso, a ASTM E4 (parágrafo 20.3) exige reverificação sempre que um sistema de ensaio for realocado. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
Por que meu sistema de ensaio de materiais precisa ser calibrado/verificado?
Se o(a) senhor(a) precisa ensaiar seus produtos ou materiais, é necessário ter certeza de que os resultados obtidos estão corretos. Mesmo os melhores equipamentos de qualidade podem ser afetados por influências externas que podem comprometer a confiabilidade do sistema. A calibração e a verificação regulares fornecem evidências essenciais de que seu equipamento está operando conforme suas expectativas. Saiba mais sobre os serviços de calibração da Instron.
Perguntas frequentes sobre hardware e software da Instron
Quais são minhas coberturas e opções de suporte técnico?
Você tem quatro opções:
- Adquirir um System Support Agreement. Isso oferece prioridade na fila de atendimento, acesso remoto à nossa equipe de engenharia, descontos e serviços adicionais por um ano completo.
- Contratar nossa linha de Consultation Service. Esse suporte pago oferece prioridade na fila de atendimento para aqueles momentos em que você precisa apenas de ajuda específica.
- Suporte técnico gratuito limitado, com retorno de chamada.
- Agendar a visita de um Engenheiro de Serviço de Campo ao seu local
Tenho um auditor solicitando documentação de verificação de software e informações de acreditação da Instron. Onde posso encontrar essas informações?
A documentação de verificação de software da Instron, as acreditações e os certificados podem ser visualizados e baixados em nossa página de acreditações e certificações.
Preciso calibrar meu instrumento de ensaio após atualizar para o Bluehill Universal?
Com base em nossos testes de verificação e validação de software durante o desenvolvimento do produto, acreditamos que as atualizações do Bluehill Universal não têm efeito sobre os valores de calibração e dados dos transdutores, nem sobre cálculos subsequentes.
Leia: Calibração após atualizações do Bluehill Universal para obter mais informações.
Se suas normas internas ou a conformidade com outros órgãos reguladores fora da ISO ou ASTM exigirem que o(a) senhor(a) revalide seu instrumento de ensaio após a alteração do software, recomendamos uma validação mais abrangente. Isso incluiria a verificação dos cálculos do software críticos para sua aplicação específica, a checagem de funcionalidade do software, bem como verificações pontuais das leituras dos transdutores em relação a valores conhecidos. A validação dos cálculos do software é semelhante à validação IQ/OQ que realizamos para aplicações FDA 21 CFR.
Se eu estiver testando em um ambiente regulamentado pela FDA, preciso calibrar meu instrumento de teste após alterações no software?
A FDA forneceu orientações sobre este assunto e recomenda que, sempre que o software for alterado, seja realizada uma revalidação para avaliar o impacto da mudança em todo o sistema de software.
A orientação vai além e explica a importância de demonstrar que até mesmo partes inalteradas do sistema de software não foram afetadas adversamente. Por esse motivo, em um ambiente regulado pela FDA, a Instron recomenda que a calibração seja realizada como parte da revalidação do sistema após alterações no software.
Esse processo de revalidação também incluiria um novo IQ/OQ/PQ no sistema.
A Instron oferece uma gama de suporte, incluindo serviços de IQ/OQ e assistência com seu trabalho de PQ, se desejado. Leia Calibração após alterações de software em ambientes regulados pela FDA para obter mais informações.
Estou recebendo a mensagem 2969 - O software não consegue estabelecer comunicação com os dispositivos configurados. Erro de comunicação do controlador. Verifique todas as conexões antes de tentar novamente ou entre em contato com a assistência técnica da Instron para informar o código de erro: 0
Se uma mensagem de erro semelhante à acima for exibida ao abrir o Bluehill Universal, Bluehill 3 ou Bluehill 2, siga as instruções abaixo para tentar resolver o erro. Se ainda assim não for possível conectar com sucesso, entre em contato com o Suporte Técnico da Instron pelo telefone 1-800-473-7838, opção 3, para obter assistência adicional.
Etapas para corrigir:
1. Na tela Erro de mensagem, selecione Não
2. Na tela inicial da sua versão do Bluehill, selecione Admin --> Configuration --> Frame
3. Identifique o modelo do seu sistema Instron, conforme indicado na base ou na cruzeta do sistema
4. Selecione o tipo de controlador e o modelo de estrutura adequados NOTA: Se o modelo de sua estrutura não for exibido na lista abaixo, entre em contato com o Suporte Técnico da Instron pelo telefone 1-800-473-7838, opção 3.
A. 3343 = tipo de controlador 3300, modelo de estrutura 3343
B. 5565 = tipo de controlador 5500, modelo de estrutura 5565
C. 5567A = tipo de controlador 5500A, modelo de estrutura 5567A
D. 5944 = tipo de controlador 5900, modelo de estrutura 5944
E. 59R5565 = tipo de controlador 5900, modelo de estrutura 59R5565
5. Localize o endereço MAC:
- Nos modelos 3300 e 5500: na parte traseira do adaptador EFI
- Nos modelos 5500A e 5900: próximo às conexões ethernet e da célula de carga
6. Insira o endereço MAC no Bluehill - Admin --> Frame --> Frame Identification --> Mac Address
7. Defina o endereço IP
A porta ethernet conectada à estrutura Instron usa um endereço IP estático específico. Siga as instruções abaixo para garantir que o endereço IP esteja configurado corretamente. Se você não tiver acesso para alterar essas configurações no seu computador, entre em contato com o departamento de TI.
a) No Windows 7
i. Você deve abrir o painel de controle -- Network and Internet -- Network and Sharing Center -- Change Adapter Settings ii. Abra o Painel de controle --> Rede e Internet --> Centro de rede e compartilhamento --> Alterar configurações do adaptador
ii. Selecione o adaptador (conexão Ethernet) conectado à Instron, clique com o botão direito do mouse e selecione Propriedades Observação: Se você não tiver certeza de qual conexão de rede é para o sistema Instron, desconecte o cabo Ethernet do adaptador EFI (3300/5500) ou da própria Instron (5500A/5900) e você deverá ver um "X" vermelho sobre a conexão à qual a Instron está conectada.
iii. Selecione Internet Protocol Version 4 e clique em Properties (Propriedades)
iv. Defina o endereço IP como 169.254.1.2 e a máscara de sub-rede como 255.255.255.0
b) No Windows 10
i. Você deve clicar no botão home do Windows e procurar o painel de controle -- Rede -- Internet -- Centro de compartilhamento -- Alterar configurações do adaptador ii. Clique no botão home do Windows e procure o painel de controle --> Rede e Internet --> Centro de Rede e Compartilhamento --> Alterar configurações do adaptador
ii. Selecione o adaptador (conexão Ethernet) conectado à Instron, clique com o botão direito do mouse e selecione Propriedades
Observação: se você não tiver certeza de qual conexão de rede é para o sistema Instron, desconecte o cabo Ethernet do adaptador EFI (3300/5500) ou da própria Instron (5500A/5900) e você deverá ver um "X" vermelho sobre a conexão à qual a Instron está conectada.
iii. Selecione Internet Protocol Version 4 e clique em Properties (Propriedades)
iv. Defina o endereço IP como 169.254.1.2 e a máscara de sub-rede como 255.255.255.0
8. Reinicie o Bluehill para implementar as alterações
Os indicadores dos interruptores dos botões de pressão para cima e para baixo na estação do pendente acendem ao tentar mover o travessão em um quadro HVL. (observação: isso ocorre apenas no sistema de 24 V CC)
Isso acontece quando a proteção de sobrecarga é acionada no contator reversor de linha. Reinicie o contator de linha pressionando o botão ou a aba junto ao dispositivo de sobrecarga na caixa elétrica.
O motor trifásico do travessão em uma estrutura de ensaio hidráulica HVL não funciona.
O motor possui um dispositivo de proteção contra sobrecarga no contator de linha trifásico na caixa elétrica. Desligue a alimentação principal e abra a caixa. Na parte inferior do contator reversor de linha há um botão de reset; ele deve ser pressionado para reiniciar o dispositivo. Pelo menos três estilos diferentes de contatores de linha foram usados ao longo dos anos, mas todos têm a sobrecarga aproximadamente no mesmo local.
O motor trifásico da bomba em uma estrutura de ensaio hidráulica HVL não funciona.
Há várias coisas a considerar aqui:
- O tipo de controlador
- O software
- Alimentação da bomba
Verifique na seguinte ordem:
- Certifique-se de que a caixa de controle esteja ligada e que o software da máquina esteja em execução em um menu de pré-teste.
- Certifique-se de que há alimentação na caixa elétrica.
- Certifique-se de que o interruptor de fim de curso da máquina não foi acionado nem está travado na posição acionada.
- Certifique-se de que o botão de parada esteja resetado para o estado ligado (muitas máquinas têm um interruptor de destravar por giro).
- Certifique-se de que a máquina não esteja indicando condição de sobrecarga no sinal de carga de entrada.
A posição não muda no display quando o êmbolo é elevado. (dispositivo de caixa de encoder do tipo corda)
Verifique se o cabo de corda do dispositivo de posição está preso ao conjunto do êmbolo. Verifique a conexão do cabo do encoder tanto na caixa do encoder quanto no controlador para garantir a instalação correta. Substitua o encoder ou a placa do encoder no controlador.
A bomba não liga e todas as condições são atendidas (controlador Mats II)
Primeiro: A haste do interruptor de fim de curso em muitas dessas máquinas tem dupla finalidade; se o travessão tiver sido movido para cima e estiver apoiado no fim de curso, isso impedirá que a bomba ligue. Afaste o travessão ajustável até que esse fim de curso não esteja mais acionado.
Segundo: Há um fusível pica no rack MMR na parte traseira da caixa de controle para cada relé. O fusível fica na parte inferior esquerda do soquete do relé na placa. O fusível é de 5 A, do tipo plug-in, e se parece com um resistor.
A bomba não inicia em uma máquina do tipo HVL.
A haste do interruptor de fim de curso em muitas dessas máquinas tem dupla finalidade; se o travessão tiver sido movido para cima e estiver apoiado no fim de curso, isso impedirá que a bomba ligue. Afaste o travessão ajustável até que esse fim de curso não esteja mais acionado.
A bomba não inicia em uma máquina do tipo HVL com software Partner ou Merlin.
Verifique se o computador está ligado e se o software foi carregado. Em seguida, certifique-se de que o(a) senhor(a) está em um aplicativo e de que a célula de carga está calibrada. Tudo isso deve ser concluído para que a bomba inicie.
Que óleo minha máquina BTE, Baldwin ou Southwark usa?
Se a máquina tiver a bomba Helishaw original, pode-se usar Mobile DTE Extra Heavy. Esse óleo é 600 SSU a 100 graus F. Se o(a) senhor(a) informar essas informações ao seu fornecedor de óleo e ele não encontrar Mobile DTE Extra Heavy, ele deverá conseguir encontrar um substituto.
Após abrir um procedimento na minha máquina modelo DX, a bomba não liga.
A estrutura da máquina não está habilitada. Habilite a máquina. Para sistemas Partner, selecione Machine e depois Enable Frame. Para sistemas Merlin, selecione o ícone Frame e Enable Frame. Para sistemas que operam com o software Partner, a configuração “Enable Frame Timer” pode estar habilitada. Verifique o status da caixa de seleção “Enable Frame Timer” no Partner. Selecione Tools/Configure/Controllers/I5500/Modify. Certifique-se de que a caixa “Enable Frame Timer” NÃO esteja marcada.
Após iniciar um procedimento na minha máquina modelo DX, os dados ao vivo e o gráfico ao vivo aparecem no monitor do computador, mas a máquina não se move.
O software pode estar no modo Simulation. Verifique se o canto inferior direito da tela não tem a palavra “SIM”. Se tiver, selecione Tools/Configure/Simulation e desmarque a caixa “Simulate Test”.
Estou recebendo este erro na minha máquina modelo DX: ERROR: System lock up Test will not start Test Aborts Software post and error message stating that communication is lost Transducers will not calibrate Flashing single point LED on Diagnostic display is not present.. Como resolvo isso? A comunicação entre a estrutura da máquina e os controles foi perdida.
Saia do software e, em seguida, desligue o PC.
Desligue a alimentação da caixa do controlador 5500 e aguarde aprox. 1 min.
Restaure a alimentação do controlador 5500 e aguarde até que os LEDs no controlador 5500 façam a contagem regressiva até 2. Em seguida, ligue o PC e entre no software de ensaio.
Recebo este erro na minha máquina modelo DX: o ensaio não inicia, o ensaio é abortado, a bomba desliga, o software exibe uma mensagem de erro informando “Position loop failure”. Como resolvo isso?
Primeiro, verifique se a posição é lida puxando suavemente a corda do encoder de posição. Se a posição não for lida, verifique se há danos no conjunto do encoder de posição. Se a posição estiver sendo lida corretamente, verifique se o êmbolo hidráulico está na parte inferior. Se o êmbolo estiver na parte inferior, ligue a bomba e mova o êmbolo para cima aproximadamente 6 mm (0,25 in), zere todas as medições e calibre todos os transdutores.
O software exibe uma mensagem de erro informando “Control panel watchdog timeout”
A comunicação com o painel de controle do usuário foi perdida. Verifique se há danos no cabo do painel de controle do usuário. Se forem encontrados danos, entre em contato com o Departamento de Suporte Técnico de Hardware da Instron pelo telefone 800-473-7378.
Posso converter meus resultados de ensaio para a escala Rockwell C a partir de um durômetro de microindentação Tukon?
NÃO. Tanto a ASTM E-140 quanto a Wilson Conversion Wall Chart estipulam que a carga mínima para um ensaio Knoop é de 500 gramas. Para obter uma Wilson Wall Chart, entre em contato com o Departamento de Vendas pelo telefone 800-695-4273.
Posso realizar ensaios regulares no meu durômetro Rockwell superficial?
Não, não é possível.
Posso realizar ensaios superficiais no meu Rockwell regular?
Não, não é possível.
Posso usar um penetrador de esfera de carboneto em um bloco que não foi calibrado com uma esfera de carboneto?
Sim, é possível, mas sua leitura será menor, até 1 ponto abaixo do normal.
Meu durômetro Rockwell regular pode ser modificado para realizar ensaios superficiais?
Não, não pode. A menos que seja um durômetro modelo 2000. Nesse caso, ele pode ser programado para realizar ensaios superficiais.
Meu durômetro Rockwell superficial pode ser modificado para realizar ensaios regulares?
Não, não pode. A menos que seja um durômetro modelo 2000. Nesse caso, ele pode ser programado para realizar ensaios regulares.
Os pesos no meu durômetro de peso morto realmente pesam o valor estampado neles?
Não, não pesam. Eles são empilhados de forma cumulativa. Por exemplo, em um durômetro Rockwell de escala regular, o peso de 60 kg na verdade pesa 2230 g ou 1849 g (dependendo se a alavanca de potência é de ferro ou alumínio), o peso de 100 kg na verdade pesa 1600 g e o peso de 150 kg na verdade pesa 2000 g.
Vocês têm dicas para enviar meu durômetro de dashpot ou de peso morto?
Primeiro, não vire o durômetro de lado; o óleo vazará. Segundo, remova os pesos e embale-os separadamente. Por fim, envolva a alavanca de potência com espuma ou plástico-bolha para evitar que ela se mova. Sim, ele pode ser fixado em um estrado de embalagem; apenas certifique-se de que não haja cintas passando sobre o parafuso elevador. Lembre-se de remover também penetradores, blocos e bigornas.
A deformação durante um ensaio também se estende para fora?
Sim; portanto, a distância próxima a uma borda ou a uma indentação adjacente é crítica. A ASTM recomenda que a distância entre o centro de uma indentação e a indentação adjacente mais próxima seja 3 vezes o diâmetro da indentação. A distância entre o centro de uma indentação e a borda mais próxima deve ser de pelo menos 2 ½ vezes o diâmetro da indentação.
Como posso calibrar meu durômetro de microindentação Tukon para ler indentações menores?
De acordo com a ASTM E384, não se recomenda uma verificação indireta usando blocos de ensaio padronizados para diagonais inferiores a 20 mícrons. Para receber uma cópia da ASTM E-384, o(a) senhor(a) pode entrar em contato com a ASTM na WEB em https://www.astm.org
Como sei quando meu bloco de ensaio não é mais útil?
A vida útil de um bloco de ensaio é determinada pela quantidade e proximidade das indentações. A distância entre o centro de quaisquer duas indentações adjacentes deve ser de pelo menos três vezes o diâmetro da indentação. A distância do centro de qualquer indentação até uma borda do bloco de ensaio ou da peça de ensaio deve ser de pelo menos duas vezes e meia o diâmetro da indentação. Os ensaios devem ser realizados apenas na face superior do bloco.
Como vocês determinam a espessura do material?
O material ao redor da indentação é deformado plasticamente bem abaixo da profundidade da indentação. Se o material for muito fino, a deformação fluirá para a bigorna, o que pode causar leituras errôneas. Deve-se escolher uma escala Rockwell com as combinações apropriadas de forças e tamanho do penetrador com base na espessura do material e na dureza mínima. A ASTM recomenda que a espessura mínima para um penetrador de esfera seja 15 vezes maior do que a profundidade de penetração da indentação. A ASTM recomenda uma espessura mínima de 10 vezes maior do que a profundidade de penetração para um penetrador de diamante. O gráfico 55 e as tabelas 7-10 da ASTM E-18 fazem recomendações sobre a espessura mínima versus dureza. Esse gráfico faz parte do Wilson Conversion Chart. O Wilson Conversion Chart está disponível com Vendas pelo telefone 800-695-4273. O(a) senhor(a) também pode entrar em contato com a ASTM na WEB em https://www.astm.org
Como executar o recurso de autoteste na impressora U-Tronics?
Para usar o recurso Self Test da impressora, comece com a impressora ligada e coloque-a no modo Offline. O modo Offline significa que apenas a luz vermelha está acesa; portanto, se a luz verde estiver acesa, pressione o botão SEL para apagá-la. Em seguida, pressione e segure o botão LF e, ainda segurando o botão LF, pressione o botão SEL. A impressora deve começar a imprimir um padrão de autoteste; assim que começar a imprimir, o(a) senhor(a) pode soltar ambos os botões. Para interromper a impressão, pressione o botão SEL ou aguarde até que a impressora atinja o tempo limite.
Com que frequência devo verificar ou calibrar meu durômetro?
Recomendamos que isso seja feito anualmente.
Quantos ensaios um Tukon série 200 com a opção de filar digital armazenará?
Ele armazenará até 1.000 valores de dureza.
Com que frequência preciso calibrar meu bloco-padrão de ensaio?
No momento, não há nenhuma especificação publicada que exija a recalibração do bloco.
Se um material for fino demais para ser ensaiado sozinho, posso empilhar corpos de prova para aumentar a espessura?
Não. Empilhar uma ou mais camadas adicionais de material metálico não compensa uma espessura insuficiente. O escoamento do material entre as camadas produzirá medições imprecisas.
Se eu vir um erro “e” na tela de teste de um m200 ou m250, o que está errado?
Se esta for uma unidade nova ou se você estiver ensaiando um novo bloco-padrão pela primeira vez, examine atentamente o bloco-padrão para verificar se você removeu a película protetora fina que acompanha cada bloco. Se você estiver ensaiando outra peça metálica, verifique as configurações do durômetro para ver se correspondem ao tipo de material do corpo de prova. Em seguida, realize um ensaio no seu bloco-padrão para verificar se as leituras estão OK. Se não estiverem, verifique se a esfera deixa uma impressão na superfície do bloco-padrão. Se não deixar, o equipamento pode precisar de assistência. O telefone do Atendimento ao Cliente é 800-473-7838.
Há um requisito de profundidade mínima para ensaiar um corpo de prova cementado em um m200 ou m250?
Sim, a profundidade da camada de dureza na superfície de uma peça tratada termicamente deve ser igual ou superior a 0,03 pol. (0,8 mm). Caso contrário, podem resultar valores de dureza mais baixos devido à deformação e à vibração da superfície da peça.
Há uma espessura mínima do corpo de prova ao usar um durômetro portátil m200 ou m250?
Sim, a espessura mínima da peça sob ensaio deve ser de 0,125 pol. (3 mm) e ela precisa estar fixada a uma mesa ou suporte.
Há um requisito de rugosidade superficial do corpo de prova ao medir com um m200 ou m250?
Sim, para eliminar erros de medição que podem resultar da rugosidade da superfície de ensaio, a superfície deve ser polida até apresentar brilho metálico. A rugosidade (Ra) da superfície deve ser limitada a menor ou igual a 2 mícrons, o que equivale a uma suavidade V6 ou superior.
Existe uma tabela que liste tipos de materiais adequados para ensaio nas escalas Rockwell?
Sim. A tabela encontra-se na ASTM E-18. Entre em contato com a ASTM na WEB em https://www.astm.org. Há também um site de ensaio de materiais em https://www.matweb.com.
Há um requisito de peso do corpo de prova ao usar um durômetro portátil m200 ou m250?
Sim, uma peça maciça que pese mais de 11 lb (5 kg) pode ser ensaiada diretamente. Uma peça que pese de 6 a 11 lb (3–5 kg), com balanços ou uma casca fina, deve ser fixada a um apoio ou suporte que pese mais de 11 lb (5 kg) para evitar flexão, deformação e deslocamento durante o ensaio. Uma peça que pese menos de 4 lb (2 kg) deve ser fixada a uma mesa ou suporte. A superfície entre a peça e o suporte deve estar limpa, dura e lisa. Aplique vaselina ou graxa amarela nas superfícies de contato da peça e do suporte. Para fixar a peça, pressione-a firmemente contra o suporte e mova-a para frente e para trás para eliminar qualquer ar entre as duas superfícies.
Há algo errado com meu durômetro se eu estiver limitado a uma determinada faixa de conversão?
NÃO. O recurso de conversão do durômetro é programado com base nos dados da Tabela 1 e da Tabela 2 da ASTM E140, que define a faixa de conversão. Para obter uma cópia da ASTM E-140, você pode contatar a ASTM na WEB em https://www.astm.org.
Parece que o ensaio está atravessando o material endurecido em uma escala C.
Se o objetivo do ensaio Rockwell for medir a dureza de uma característica superficial, como a cementação, a escala escolhida deve se basear na espessura da área endurecida. A profundidade de penetração de uma leitura de dureza Rockwell na escala C de C60 é de 0,0032 pol., enquanto o equivalente na escala A, HRA 81,2, atinge apenas 0,0015 pol. A escolha de uma escala Superficial, como 15N, forneceria uma profundidade de penetração equivalente de 0,0003 pol.
Meu durômetro 2000 forçou o penetrador através do material até a bigorna durante o ciclo de ensaio.
O problema ocorre quando o penetrador está em contato com o material no início do ensaio. Quando o ciclo começa, o durômetro zera a força no penetrador (normalmente força zero). Se o material de ensaio estiver em contato com o penetrador, o durômetro zera essa força e aplica a carga a partir desse ponto. Isso pode fazer com que o penetrador penetre mais profundamente no material ou o atravesse. Elevar ligeiramente o penetrador para garantir que o material não esteja tocando o penetrador deve corrigir esse problema.
Meu durômetro Tukon série 200 travou em um ciclo de ensaio e a luz de início do ensaio permanece acesa.
Provavelmente alguém tentou girar a torre após o início de um ensaio.
Faça o seguinte:
- Desligue a alimentação do durômetro.
- Observe a posição do diamante dentro da capa protetora preta. É importante saber a distância da ponta do diamante até a abertura na capa protetora para a reinstalação.
- Afrouxe o parafuso de fixação 8/32 da capa protetora preta e remova a capa.
- Com uma mão, puxe suavemente o penetrador para baixo.
- Com a outra mão, gire a torre para a próxima posição e solte o penetrador.
- Ligue a alimentação CA e deixe o durômetro completar o ciclo.
- Gire a torre de volta para o penetrador e realize um ensaio. Se estiver OK, reinstale a capa protetora.
- Agora verifique o alinhamento da capa protetora com a extremidade do penetrador usando as informações obtidas na Etapa 2 acima. Ocorrerão problemas se a folga entre a extremidade do diamante e a abertura na capa protetora não estiver correta.
- Tente outro ensaio para verificar se a capa está na posição correta.
Se houver problemas, você pode fazer pequenos ajustes no posicionamento da capa e ensaiar novamente.
Se não for possível fazer esse ajuste, remova a capa, ligue para a assistência técnica em 800-473-7838 e solicite que um representante de assistência técnica em campo faça uma visita ao local.
Meu durômetro Tukon 2100 não está ensaiando corretamente.
Interrompa o ensaio pressionando o botão RETURN.
A mensagem anterior “Waiting to Contact Surface” deve ser substituída por “Ready for Ind or Meas”. Se isso não ocorrer, pressione a tecla STAND BY, aguarde a tela apagar e, em seguida, pressione a tecla STAND BY novamente.
Em seguida, verifique se o penetrador está firmemente assentado, se a célula de carga está apertada e, nos durômetros mais novos, se o elemento de conformidade diretamente acoplado à célula de carga também está apertado; depois, verifique se o seu corpo de prova está em foco.
Inicie o ensaio, mas observe atentamente se o penetrador toca o corpo de prova durante a queda inicial; não deveria.
Após a queda inicial, o penetrador deve se mover lentamente até a superfície do corpo de prova. Durante esse movimento, a mensagem “Waiting to Contact Surface” deve ser exibida.
Quando o penetrador entrar em contato com a superfície, a mensagem é substituída por “Testing MFA”.
Se isso não estiver ocorrendo, reinicie o durômetro conforme mencionado acima, selecione a objetiva de menor aumento e tente um ensaio.
Se isso funcionar OK, redefina a parfocalidade usando o procedimento do seu Manual do Usuário.
Se for necessária assistência, ligue para 800-473-7838.
O display do meu durômetro da série 2000 desligou após trinta minutos.
Seu durômetro entrou em “modo de suspensão”. Pressione o botão de energia na interface do usuário e a tela acenderá. Não, não há como desativar o recurso de “modo de suspensão”.
Quais são as limitações das escalas Rockwell?
Na extremidade de baixa dureza de uma escala com esfera, a esfera pode penetrar profundamente demais, fazendo com que a capa entre em contato com o corpo de prova, o que danificaria a capa. No caso de um penetrador de diamante, a sensibilidade do ensaio diminui à medida que o penetrador penetra mais profundamente na porção cônica do diamante. Na extremidade de alta dureza das escalas, esses limites resultam da probabilidade de fraturar ou reduzir a vida útil de um penetrador de diamante, como ao ensaiar carboneto na escala C em vez da escala A recomendada. Um penetrador esférico provavelmente apresentará uma área plana como resultado de ensaios acima de HRB95.
Quais são algumas das razões para leituras de dureza incorretas?
Você deve verificar o seguinte:
-
- Substitua penetradores incorretos ou danificados.
- Substitua a bigorna desgastada ou danificada. Substitua se necessário.
- Remova sujeira e óleo debaixo da bigorna ou do penetrador.
- Altere a taxa de aplicação da carga maior.
- Substitua o bloco-padrão por um novo.
Quais são as configurações RS-232 do meu durômetro?
Série 500:
Para configurar 2400 baud, as chaves DIP no durômetro da Série 500 devem ser ajustadas da seguinte forma: Dip Switch 1 1 = On (Não usado) =0 2 = On (Não usado) =0 3 = On (Não usado) =0 4 = On (Não usado) =0 5 = On (Não usado) =0 6 = On (Comprimento da palavra: Off=7 caract., On=8 caract.)=0 7 = On (Off= Ímpar, On=Par)=0 8 = On (Paridade: Off = Habilitar, On = Nenhuma) =0 Dip Switch 2 (Taxa de baud) 1 = On = 0 2 = Off =1 3 = On = 0 4 = Off =1 5 = Off = 1 6 = Off = 1 7 = Off= 1 8 = Off = 1
Série 600:
O durômetro vem predefinido em: Baud = 2400 Paridade = Nenhuma Bits de dados = 8 Bit de parada = 1
Essas configurações não são ajustáveis.
Série 2000:
(Configurações padrão) Baud = 9600 Paridade = Nenhuma Bits de dados = 8 Bit de parada = 1
Consulte o Manual do Operador para obter instruções sobre como alterar essas configurações.
Quais são as configurações RS 232 para a impressora u-tronics 1024?
Durômetros das Séries 500 e 600:
Configurações das chaves DIP (localizadas sob a tampa superior removível da impressora, no lado direito da placa de circuito.)
1 = On 2 = On 3 = Off 4 = On 5 = On 6 = Off
Essas configurações são para:
Baud = 2400 Paridade = Nenhuma Bits de dados = 8 Bit de parada = 1 Série 2000
Para 9600 baud, ajuste as chaves DIP da seguinte forma: (localizadas sob a tampa superior removível da impressora, no lado direito da placa de circuito.)
1 = On 2 = Off 3 = Off 4 = On 5 = On 6 = On
Para 1200 baud, ajuste as chaves DIP da seguinte forma:
1 = Off 2 = Off 3 = On 4 = On 5 = On 6 = On
O que é um penetrador Knoop e para que ele é usado?
O penetrador Knoop é um diamante retificado com precisão, formando uma pirâmide de base romboidal. Uma impressão vista perpendicularmente à superfície do corpo de prova é romboidal no contorno, com diagonais em uma proporção aproximada de 7 para 1.
Devido à geometria do penetrador Knoop, obtêm-se impressões com comprimentos mensuráveis com precisão usando cargas leves. A profundidade da impressão é cerca de 1/30 do comprimento da diagonal maior.
Por isso, ele é muito adequado para ensaiar camadas muito finas de revestimento, aço cementado, metais e folhas finas, camadas finas de descarbonetação e materiais duros e frágeis. O penetrador é muito sensível à planicidade da superfície do corpo de prova, ao paralelismo das superfícies superior e inferior e, especialmente, ao grau de acabamento superficial.
O que é um penetrador Vickers e para que ele é usado?
O penetrador Vickers é um diamante retificado no formato de uma pirâmide de base quadrada, com um ângulo de 136 graus entre as faces. A profundidade da impressão é cerca de 1/7 do comprimento da sua diagonal, penetrando aproximadamente duas vezes mais do que o penetrador Knoop. Essa maior profundidade torna o ensaio Vickers menos sensível às condições de superfície, incluindo planicidade, paralelismo e acabamento do corpo de prova, tornando-o adequado para materiais que não são bem adequados ao ensaio Knoop. No entanto, sua maior profundidade também o torna menos apropriado para ensaiar folhas muito finas e materiais semelhantes. Além disso, para cargas iguais, o menor comprimento da impressão Vickers o torna mais sensível a erros de medição.
Qual é a profundidade de penetração das escalas Rockwell regulares?
Um número Rockwell representa uma penetração de 0,002 mm (0,000080 pol.). Portanto, uma leitura de HRC 60 indica uma penetração da carga menor para a carga maior de (100 - 60) X 0,002 mm = 0,080 mm ou 0,0032 pol. Uma leitura de HRB 80 indica uma penetração de (130 - 80) X 0,002 mm = 0,100 mm ou 0,004 pol.
Observação: os números 100 e 130 acima são os números de dureza infinita para essas escalas.
Qual é a profundidade de penetração das escalas Rockwell superficiais?
Um número Rockwell Superficial representa uma penetração de 0,001 mm ou 0,000040 pol. Portanto, uma leitura de 30N80 indica uma penetração da carga menor para a carga maior de (100 - 80) X 0,001 = 0,020 mm ou 0,0008 pol. Observação: o número 100 usado no cálculo é o número de dureza infinita usado para todas as escalas Superficiais.
Qual é a diferença entre micro e macro indentação?
A microindentação usa cargas de 10 gramas a 1.000 gramas. A macroindentação usa cargas acima de 1.000 gramas.
Qual é o número de dureza infinita para as escalas Rockwell regulares?
Ao usar escalas com penetrador de diamante, o número de dureza infinita é 100. Ao usar escalas com penetrador esférico, o número de dureza infinita é 130.
Qual é o número de dureza infinita para as escalas Rockwell superficiais?
O número de dureza infinita é 100 para todas as escalas de dureza Superficiais.
Qual escala Rockwell devo usar se eu não souber a dureza de um material?
Recomenda-se a escala HRA, que usa um penetrador de diamante com carga de 60 kg. É pouco provável que um penetrador de diamante seja danificado por penetrar profundamente demais em material macio, enquanto um penetrador esférico pode ficar achatado ou ser danificado se o material for duro demais.
Onde posso encontrar blocos-padrão e manuais para minha máquina de dureza?
Entre em contato com o departamento de Vendas da Instron pelo telefone 800-695-4273.
Por que as leituras do meu ensaio estão alguns pontos acima?
Certifique-se de que a carga correta está selecionada. Se você selecionar uma carga muito leve, a impressão será consideravelmente rasa.
Por que meu modelo 2000 parou durante um ensaio e exibiu uma mensagem de erro?
O problema ocorre quando o corpo de prova ensaiado não está devidamente alinhado sob o penetrador. A força é aplicada ao corpo de prova e o penetrador desce em um ângulo que não é perfeitamente perpendicular. Quando o erro ocorre, o operador não consegue mover o penetrador para fora do corpo de prova. Execute o seguinte procedimento:
- Role a lista de campos do Menu no painel de controle até o menu CALIBRATE e selecione Calibrate Depth.
- Antes de o menu de status indicar [Calibrating Depth], o operador poderá pressionar o botão Jog Up e permitir que a força seja removida do corpo de prova.
- Após o penetrador ser afastado do corpo de prova, recomenda-se que o operador realize outra calibração de profundidade (consulte o manual do operador).
Por que minha exibição de uma medição de impressão pode não aparecer corretamente?
Muito provavelmente alguém ajustou acidentalmente a chave de calibração no painel traseiro da caixa Digital Filar para a posição Read. A chave DEVE estar em OFF durante o ensaio e a medição.
Por que minha amostra de ensaio pode não gerar um valor de dureza se o mesmo ensaio foi concluído anteriormente?
Verifique a seleção de peso atual no durômetro: é 500 gramas ou 1.000 gramas? Ao ler uma impressão, o seletor de carga deve estar ajustado para a mesma carga usada para criar a impressão, pois a caixa digital filar usa a carga como parte do cálculo.
Por que minha impressora u-tronics não imprime no meu durômetro digital da série 500?
A taxa de baud do durômetro e da impressora deve ser a mesma.
As configurações de fábrica são: sem paridade, 8 bits de dados e verificação de paridade par.
Após verificar que todas as configurações das chaves estão corretas e que o cabo está conectado entre a impressora e o durômetro, ligue a impressora e pressione o botão SEL.
As luzes vermelha e verde da impressora devem estar acesas.
Em seguida, ligue o durômetro e realize um ensaio. A impressora DEVE estar ligada e pronta antes de ligar o durômetro.
Se ainda não imprimir, tente executar o recurso de autoteste da impressora, começando com a impressora ligada e em modo Offline. Modo Offline significa que apenas a luz vermelha está acesa; portanto, se a luz verde estiver acesa, pressione o botão SEL para apagá-la.
Em seguida, pressione e segure o botão LF e, ainda segurando o botão LF, pressione o botão SEL. A impressora deve começar a imprimir um padrão de autoteste; você pode soltar ambos os botões assim que ela começar a imprimir.
Para interromper a impressão, pressione o botão SEL ou aguarde até que a impressora atinja o tempo limite.
Se o autoteste funcionar OK, mas a impressora não imprimir sob controle do durômetro, ligue para a Assistência Técnica em 800-473-7838.
Com uma dureza conhecida de um material, qual é a espessura necessária para obter uma medição Rockwell?
Use o Gráfico 55, o gráfico de dureza mínima vs. espessura. Esse gráfico faz parte da Tabela de Conversão Wilson, disponível com Vendas pelo telefone 800-695-4273. Você também pode encontrá-lo na ASTM E-18.
Entre em contato com a ASTM na Web em https://www.astm.org